¬balelas.

Archive for setembro 2009

Quando não se entende você soa,

você sua

Face com marcas que queimaram as idéias subalternas expelidas da janela

que satura

e o  presente fértil que se tem pra medir um futuro com vitórias

se esgota,

fica broxa.

A honrosa ocupação não aparece diante mãos no primeiro respirar de um ar condicionado

Porque pra esse caminho da sarjeta, a gente tem que sentar a nossa buceta em um ônibus lotado pra buscar tempo,

e decidir qual é o papo.

E em casos coagidos que se dizem eruditos,

aparecem camuflados e são sempre recontados.

(bem intencionados é claro!)

De um lado prosto lado, que se julga acuado,

desce pro ralo a verdadeira vocação.

e voa o chão do encanador submisso e aspirador que enrola e desenrola o que aquela gente vem contar.

Ladainha nesse cano é balela,

noutro caso é comédia

e em um ano, entupiu!

Reagiu ao turbilhão que altera

em uma pane que se gera

de  toda ação que o feriu.

Acordo,

e o primeiro contato depois da remela, é com a velha.

Sento,

espero ela gritar que estou atrasada pro trabalho

obtenho um olhar e digo:

-Bom dia florzinha!

Necessidade, ou pura hostilidade?!

Sei lá.

Nos tempos  em que só é preciso vulnerabilidade pra se relacionar…

e tal e coisa.

Outrora é o mano,

que na mesa do café, vem contar da historia do seu Zé

enquanto coloca o sapato 42 no pé,

saindo pra comer alguma coisa, andando pelo quintal.

(Ele também tá atrasado pro trabalho)

Mas,

ouvi dizer que esse tipo  é bem tradicional…

nessas famílias aí,

que acontecem coisas e tal.

O mundo é fake & nós somos feitos de plástico
[à imagem do criador]. Mas se Deus é tão esquizofrênico

pq é que a gente tem que ser normal?

Bebamos cachaça
baby!

O mundo foi feito pra acabar num faz de conta

Tudo que sei é que o roteiro é obscuro e o nosso seriado não dá muita audiência.

De resto
temos a anatomia
e o bolero das almas

trôpegos
iremos
ao céu com nossas armas
mas não pise no meu sapato azul

nem me peça desculpas

(nossa cabecinha de porcelana
facilmente irá se espatifar
no primeiro grito do sol)

eletrik

numa nota só vibra a corda do violão

trago a noite comigo, sentada com a bunda inchada eu me refugio

toco-me sozinha com essa freqüência..

mas de mimaior, é quando soa um dó e faz levá-las ao lá’s, do meu quarto pra tocar

toco pra elas, e nem sempre apago todas as velas

e ai toco a si, ela toca a mim e tocamos a ré que faz emergir um som de putaria, gemidos de alegria, sussurros ritimosos, ofegantes, preocupantes..e na ré, do  mi no lá, Dancemos!

e é a vitrola quem trabalha agora com a mão leve a lambuzar…

e como grita a nota si, viu! faz ferver o corpo na valsa do pecado.

mas a noite sempre acaba quando o sol vem invadir a janela, e no ouvido dela tem um silencio gostoso, e no pescoço um cheiro honroso, impetuoso de uma noite bem dormida.

Me trombo no muro onde mora a maldade.
Se fecha com a tampa onde sobra esperança.
Tô puta, tô tensa..o que sinto é carência!
falta crença, falta crença
falta sentença. Paciência!
…Serafina, Serafina
inocente menina.

estou com medo.
de não conseguir projetar o grito,
de nosso amor se tornar um mito,
e eu não tentar ser mais feliz

estou com medo
de querer seus desabafos
e sucumbir desejos ralos
não enxergando o que de mais profundo você quis

e diz.
diz a nossa historia de amor
conte pros seus amigos que sente louvor
de um amor que não se sabe o fim.
diz amor!
passaremos quatro horas a conversar
e assuntos diversos tocar..
só pra entender
comover
reacender
aquela paixão que doía
que mesmo com certa ousadia, a gente não conseguia controlar

Íamos ká
a amar
e voltimeia estávamos lá
com risos
perigos, delírios e quase sempre sem abrigo
pra longe
longe de casa,
num conto de fadas…

To com medo ká.
de não ser mais tão contente assim
da maneira mais bem farta, e mais ingrata
que o amor se declarou a mim

a verdade é que tenho medo de deixar de te amar
de ver nossa historia se passar e…
se apagar
medo de viver para o futuro
de esperar um destino obscuro
me deixando evitar…
esse presente que só suga
aquele nosso passado de semanas curtas
que levei a basear..a minha vida.

me desculpe pelo medo
mas nunca entre nos, algo foi segredo
mesmo que isso tudo esteja fora do contexto…
sobre ‘o pra sempre’ do amor, preservar.

É loucura, é pura loucura!
mas eu não tenho uma opinião assim, formada.
só queria que fosse da maneira mais natural
sem nem saber o que é normal
surreal
nada igual
como a cor do infinito
e o silencio de um grito
na prática do fim
TANATOPRAXIA
dizia,
ah azia!

propaga aquela idéia, singela do básico.. e forma-se o mágico. e do mágico, cresce um bolo na tigela..
balela, balela!



  • Nenhum
  • ao quadrado.: Tentei "ler" você; Não consegui e pensei que deixar a casa, com um livro, pra procurar ar fresco, e conversar com os amigos, e que.. terminou com
  • balelas2: =)
  • =): Te amo.

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